Como viajar de carro com cachorro: guia para uma viagem segura e tranquila
Viajar é bom demais. E viajar com cachorro é melhor ainda, né?
Eu viajo de carro com meus cães desde muito antes de a Cãomigo existir e, depois de tantos anos de estrada, posso dizer que uma boa viagem começa bem antes de ligar o carro.
Tem cachorro que vê a chave e já começa a comemorar. Tem aquele que dorme praticamente o caminho inteiro. Tem cachorro que fica ansioso, cachorro que enjoa, cachorro que acha que precisa acompanhar absolutamente tudo pela janela e aquele que ainda não entendeu por que os humanos inventaram uma máquina que faz barulho, balança e leva todo mundo sabe-se lá para onde.
Pois é.
Para alguns cães, viajar de carro é a coisa mais natural do mundo. Para outros, precisa de adaptação. E, independentemente do perfil do seu cachorro, uma coisa vale para todos: segurança não é opcional.
Então bora falar de tudo o que você precisa pensar antes de colocar o pé e as patinhas na estrada?

Antes da viagem: seu cachorro está confortável dentro do carro?
Antes de pensar em cinto, caixa, estrada e destino, observe uma coisa básica: como seu cachorro se sente dentro do carro?
Alguns cães adoram desde o começo.
Outros entram tensos, ofegam, choram, tremem, babam, tentam mudar de lugar o tempo inteiro ou simplesmente travam.
E isso não significa necessariamente “birra”.
Para um cachorro pouco acostumado, o carro é um ambiente estranho: tem movimento, vibração, barulho, cheiros diferentes e coisas passando rapidamente do lado de fora.
Além disso, pense no cachorro que só entra no carro para ir ao veterinário. Ele sente alguma dor, entra naquela coisa barulhenta, vai para um lugar onde é examinado, toma vacina, faz exames e volta para casa.
Depois de algumas repetições ele provavelmente não pensa: “oba, passeio de carro!”
Né? 😅
O ideal é não estrear uma viagem de seis horas no dia da viagem de seis horas.
Faça pequenos treinos antes.
Primeiro deixe o cachorro explorar o carro parado. Depois faça trajetos bem curtinhos. Vá aumentando o tempo aos poucos e, sempre que possível, inclua destinos legais nessa história: um passeio, um parque, uma visita tranquila, alguma coisa que ajude o cão a perceber que entrar no carro também pode terminar em coisas boas.
Essa adaptação gradual é recomendada também por referências veterinárias para diminuir medo, estresse e problemas associados às viagens.
Se o medo for muito intenso, não force. Um médico-veterinário e, dependendo do caso, um profissional de comportamento podem ajudar.
Aliás, este assunto merece um texto inteiro, e teremos um por aqui: como saber se seu cachorro está preparado para viajar?
Meu cachorro enjoa no carro. E agora?
Enjoo em carro existe para cachorro também.
E nem sempre ele começa no vômito.
Salivação excessiva, bocejos, inquietação, choramingo, náusea, vômito e até alterações intestinais podem aparecer em cães com cinetose, o famoso enjoo de movimento. Medo e ansiedade também podem piorar a situação ou fazer com que o cão comece a passar mal antes mesmo de o carro andar.
No texto antigo eu recomendava simplesmente não alimentar o cachorro por duas horas antes da viagem. Hoje eu prefiro não transformar isso numa regra universal.
As próprias orientações veterinárias variam quanto ao intervalo de alimentação, e isso depende do animal, da duração do trajeto e do histórico de enjoo. O mais seguro é evitar uma refeição grande imediatamente antes da estrada e conversar com o veterinário se seu cachorro costuma passar mal. Em alguns casos ele pode orientar ajustes de alimentação ou prescrever medicação específica.
E, por favor: nada de dar remédio por conta própria para “apagar” o cachorro durante a viagem. #peloamordedeus
Se ele precisa de medicamento para náusea, ansiedade ou qualquer outra condição, isso deve ser avaliado individualmente pelo médico-veterinário.
Se acontecer um vômito, também não brigue.
Ele já não está se divertindo muito. Não precisa ainda descobrir que vomitar dentro do carro deixa o humano bravo. 😅
Limpa, respira e segue quando ele estiver bem.
Como transportar cachorro no carro segundo a legislação brasileira?
Essa é uma das partes mais importantes deste guia porque existe muita informação confusa na internet.
O Código de Trânsito Brasileiro não determina um único equipamento obrigatório específico para viajar de carro com cachorro, como “todo cachorro obrigatoriamente deve usar o modelo X de cinto”. A própria CET explica que não existe hoje uma regulamentação nacional específica definindo uma única forma de transporte de animais domésticos.
Mas isso definitivamente não significa que o cachorro pode viajar de qualquer jeito.
Três artigos do Código de Trânsito são especialmente importantes:
O artigo 169 determina que o motorista deve dirigir com atenção e com os cuidados indispensáveis à segurança. É uma infração leve quando isso não acontece.

O artigo 252 proíbe dirigir transportando pessoas, animais ou volumes à esquerda do motorista ou entre seus braços e pernas. Portanto, nada de dirigir com o cachorro no colo.

E o artigo 235 proíbe transportar animais nas partes externas do veículo. A infração é grave.
E o cachorro com a cabeça para fora da janela?

Eu sei.
Eles adoram. 😅
Mas não é seguro e também pode configurar infração.
O Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito cita expressamente como exemplo do artigo 235 o veículo circulando com parte do corpo do animal para fora. Além da questão legal, vento, poeira, detritos e objetos podem atingir olhos e rosto, e existe risco de o cão tentar saltar.
Então aquela clássica foto do dog com as orelhas voando pode até ser bonitinha. Na prática, melhor não.
Cachorro pode viajar solto dentro do carro?
Não. Não é uma boa ideia.
Um cachorro solto pode interferir nos movimentos do motorista, pular para a frente, entrar na região dos pedais ou simplesmente virar uma enorme distração no momento errado.
E existe outro problema: numa freada brusca ou colisão, ele também será lançado.
Por isso, órgãos como DNIT, CET e CRMV-SP recomendam transportar o animal com sistema de contenção adequado, como caixa de transporte devidamente fixada ou peitoral e sistema de retenção apropriado, preferencialmente no banco traseiro.
Segurança aqui é para todo mundo: cachorro, motorista e passageiros.
Qual é a forma mais segura de transportar cachorro no carro?
Não existe uma resposta única para todo cachorro.
Tamanho, comportamento, veículo, equipamento e adaptação do animal influenciam.
Mas existem diferenças importantes entre os acessórios, e aqui vale prestar bastante atenção.
Peitoral e sistema de retenção para carro
Para muitos cães médios e grandes, é uma solução prática.
O ideal é utilizar peitoral e sistema projetados para transporte veicular, seguindo corretamente as orientações do fabricante.
E atenção: não estou falando de prender qualquer guia à coleira de pescoço.
A retenção deve distribuir forças pelo corpo do cachorro. Prender um sistema de contenção diretamente ao pescoço pode aumentar muito o risco de lesões numa freada ou colisão.
Existem equipamentos que passam por ensaios específicos de impacto. O Center for Pet Safety, uma organização independente que testa produtos veiculares para animais, mantém inclusive certificações para peitorais, caixas e transportadoras. Isso não significa que só produtos daquela lista possam ser usados no Brasil, mas mostra uma coisa importante: a palavra “segurança” na embalagem não é, sozinha, prova de desempenho numa colisão.
Se o fabricante diz que o equipamento é testado em impacto, procure entender como foi testado, para qual peso e segundo qual protocolo.
Sim, eu sei.
A gente começou querendo colocar o cachorro no carro e de repente estamos quase fazendo auditoria de cinto. 😂
Mas esse é o tipo de detalhe que só parece exagero até o dia em que faz diferença.
Caixa de transporte
Também pode ser uma ótima solução, especialmente para cães pequenos e para animais que se sentem seguros dentro dela.
A caixa precisa permitir que o animal fique em posição natural, consiga se levantar, deitar e virar, além de ter ventilação adequada.
E tem um detalhe fundamental: não adianta colocar o cachorro dentro da caixa e deixar a caixa passeando pelo carro.
Ela também precisa ficar bem fixada para não deslizar ou ser projetada numa freada.
Se o cachorro só conhece a caixa no momento em que é colocado nela à força para alguma situação estressante, comece a adaptação antes.
Deixe a caixa disponível em casa. Permita que ele explore, entre, descanse e encontre coisas legais ali.
A ideia é que ela seja um lugar conhecido e seguro, não o anúncio oficial de que algo ruim está prestes a acontecer.
Cadeirinhas e assentos elevados
Existem assentos próprios para animais, especialmente de pequeno porte.
Eles podem aumentar o conforto, organizar o espaço e permitir que o cachorro viaje numa posição mais estável.
Mas a cadeirinha, sozinha, não necessariamente é um dispositivo de retenção contra impacto.
Se você utilizar uma, verifique como o animal é preso ao sistema, se existe peitoral apropriado e quais testes o fabricante apresenta.
O simples fato de existir uma cestinha presa ao banco não significa automaticamente que o cachorro estará protegido numa colisão.
Grades ou barreiras de contenção
Grades são úteis principalmente para impedir que cães transportados na parte traseira de determinados veículos tenham acesso ao motorista.
Isso é ótimo para organização e reduz distrações.
Mas a grade não necessariamente impede que o próprio animal seja projetado dentro daquele compartimento numa colisão.
Então eu vejo a barreira como uma camada adicional de organização e segurança, não como substituta de um sistema de retenção individual.
Capa protetora de banco
Eu adoro, e uso.
Quem viaja com cachorro sabe o tanto de pelo, terra, água, barro e outras coisas não identificadas que aparecem dentro do carro. 😂
A capa protege banco, facilita a limpeza e deixa a vida muito mais fácil.
Se seu cachorro costuma fazer xixi ou vomitar, prefira uma versão impermeável.
Mas vale repetir: capa de banco não é equipamento de segurança.
Aquela capa tipo rede que fecha o banco traseiro pode evitar sujeira e ajudar a organizar o espaço, mas não substitui um sistema adequado de contenção.
Onde o cachorro deve viajar dentro do carro?
Para mais segurança, prefira o banco traseiro, com o animal adequadamente contido.
Essa também é a orientação atual do CRMV-SP e de outras referências de segurança em viagens com animais.
O objetivo é simples: manter o cachorro longe do motorista, impedir que ele interfira na direção e reduzir riscos para todos.
E, antes de começar a andar, confira tudo.
Peitoral ajustado?
Sistema conectado corretamente?
Caixa fixada?
Portas fechadas?
Janelas seguras?
Depois disso pode começar a playlist da viagem.
Essa parte é obrigatória por legislação da Cãomigo. 😂
Nunca deixe o cachorro sozinho dentro do carro
Nem “só cinco minutinhos”.
Nem “está na sombra”.
Nem “a janela está um pouco aberta”.
Carros podem aquecer muito rapidamente e animais podem sofrer hipertermia, que pode evoluir para uma emergência grave e até fatal. O CRMV-SP reforça que o risco existe mesmo com o veículo estacionado à sombra.
Cães braquicefálicos, aqueles de focinho achatado, merecem atenção ainda maior porque têm mais dificuldade para regular a temperatura e podem apresentar comprometimento respiratório quando expostos ao calor.
Filhotes, idosos e animais com determinadas condições de saúde também podem exigir cuidados específicos.
Se você precisa parar para ir ao banheiro ou comprar alguma coisa e está sozinho com o cachorro, planeje isso antes.
É chato?
Às vezes é.
Mas faz parte de viajar com eles.
E o ar-condicionado?
O interior do carro precisa permanecer confortável e bem ventilado durante o trajeto.
Em dias quentes, ar-condicionado pode ser muito importante, especialmente para cães mais sensíveis ao calor. O CRMV-SP recomenda manter temperatura amena e atenção especial aos braquicefálicos.
Mas observe o cachorro.
Ofegação excessiva, alteração de comportamento, dificuldade respiratória ou sinais de mal-estar não são algo para simplesmente “esperar passar”.
Se algo parecer errado, pare em local seguro e procure orientação veterinária quando necessário.
Quantas horas um cachorro pode viajar de carro sem parar?
Não existe um relógio universal que apita quando todos os cães completam exatamente X horas.
Um cachorro jovem e acostumado com estrada é diferente de um filhote, um idoso ou um animal que fica ansioso.
Como referência prática, orientações veterinárias recomendam paradas aproximadamente a cada duas ou três horas para oferecer água, permitir que o cão faça suas necessidades e se movimente um pouco. Alguns cães precisarão parar antes disso.
Aqui em casa, ao longo dos anos, eu sempre fui ajustando as paradas de acordo com os cães, o percurso, o clima e como eles estavam naquele dia.
E acho que essa é a melhor lógica.
O cachorro não sabe que “faltam só 47 minutos para o posto que estava no planejamento”.
Se ele precisa parar agora, ele precisa parar agora. 😂
As paradas também precisam ser seguras
Posto de estrada é cheio de estímulo.
Tem caminhão, carro entrando e saindo, cheiro de comida, outros animais, gente desconhecida e portas abrindo o tempo inteiro.
Por isso, coloque a guia antes de abrir a porta do carro.
Parece óbvio até o dia em que alguém abre primeiro e lembra depois.
É importante viajar com identificação atualizada no cachorro e recomendo considerar microchipagem. O CRMV-SP recomenda plaqueta de identificação e cita o microchip como recurso adicional para facilitar a localização em caso de perda.
Nas paradas, procure um ponto afastado do fluxo de veículos, ofereça água, permita que ele caminhe um pouco e faça as necessidades.
E recolha o cocô, né?
Não vamos começar uma viagem pet friendly deixando lembrancinha no posto. 😅
O que levar numa viagem de carro com cachorro?
Eu teria um pequeno “kit de estrada” sempre acessível, e não enterrado debaixo de seis malas no porta-malas.
Leve:
água e potinho;
alimentação habitual do cachorro;
guia e peitoral;
equipamento de segurança usado no carro;
identificação atualizada;
saquinhos para cocô;
toalha e itens básicos de limpeza;
caminha, manta ou algum item familiar;
medicamentos de uso contínuo e respectivas orientações;
documentação do cachorro;
uma foto recente dele;
contatos do veterinário que o acompanha e, dica importante, sempre vale já saber onde existe atendimento veterinário no destino;
um pequeno kit de primeiros socorros adequado para animais.
E tem uma regra minha:
água e guia ficam sempre à mão.
Não adianta descobrir no meio da estrada que a guia está no fundo da mala atrás de três mochilas, duas caixas e um cooler.
Experiência própria ensina umas coisas. 😂
Que documentos preciso levar para viajar de carro com cachorro no Brasil?
Essa informação costuma ficar esquecida quando a gente organiza uma viagem de carro, mas também merece um espacinho na checklist.
Para viajar com cães e gatos dentro do Brasil, não é necessária a Guia de Trânsito Animal (GTA). O Ministério da Agricultura e Pecuária dispensa cães e gatos desse documento no trânsito nacional.
Isso não significa, porém, viajar sem nenhuma documentação.
O MAPA determina que cães e gatos estejam acompanhados de atestado sanitário emitido por médico-veterinário registrado no CRMV da Unidade da Federação de origem, comprovando que o animal está saudável e apto para o transporte e que atende às medidas sanitárias aplicáveis.
O modelo oficial disponibilizado pelo Ministério tem validade de 10 dias, então não adianta pedir o documento um mês antes e deixá-lo esperando junto com as malas. 😅
Para cães com mais de 90 dias, também é importante estar com a vacinação antirrábica válida e seu respectivo comprovante. O próprio modelo do MAPA prevê o registro da vacinação contra a raiva e a apresentação do cartão de vacinação.
Então, para não complicar, eu colocaria na pastinha da viagem:
atestado sanitário válido, emitido pelo médico-veterinário;
comprovante da vacinação antirrábica válida;
e, claro, qualquer outro documento ou comprovante de saúde que possa ser solicitado pela hospedagem ou pelos lugares que vocês pretendem visitar.
Quem possui o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos também pode utilizá-lo para o trânsito nacional, desde que esteja devidamente atualizado e com exames, vacinas e demais registros dentro dos respectivos prazos. Mas não é necessário emitir um Passaporte só para fazer uma viagem de carro pelo Brasil.
E tem mais um detalhe: a documentação sanitária nacional é uma coisa; as regras do seu destino são outra.
Uma hospedagem pode exigir outras vacinas, comprovantes ou condições específicas para receber cães. Parques, atrativos e áreas protegidas também podem ter regras próprias e, em alguns casos, nem permitir a entrada de animais.
Então, além de cuidar da documentação oficial, confira sempre as regras dos lugares que vão fazer parte do roteiro.
Ninguém merece descobrir tudo isso com o carro carregado e o dog já pronto para a AUventura, né? 😅
Antes da viagem, vale conversar com o veterinário?
Sempre vale a pena.
Isso é especialmente importante quando ele tem histórico de enjoo, ansiedade intensa, problemas respiratórios, doença crônica, idade avançada ou alguma condição que possa ser afetada por várias horas de estrada.
Também é uma oportunidade para verificar se os cuidados preventivos estão adequados ao destino. Viagem para praia, mata, serra e áreas rurais pode envolver exposições diferentes a parasitas e doenças. Não escolha medicação preventiva simplesmente porque alguém usou no cachorro da vizinha.
Converse com quem conhece o seu cachorro.
E se meu cachorro simplesmente não gostar de viajar de carro?
Essa pergunta é mais importante do que parece.
Nem todo cachorro precisa amar viagens.
E amar seu cão não significa obrigatoriamente levá-lo para todo lugar.
Se cada deslocamento é uma experiência de medo intenso, sofrimento ou mal-estar, talvez seja necessário trabalhar essa adaptação antes ou até avaliar se aquela viagem faz sentido para ele.
Eu sou completamente apaixonada por viajar com meus cães.
A Cãomigo nasceu disso.
Mas turismo pet friendly também precisa significar respeitar o cachorro que está do nosso lado.
Às vezes a melhor viagem com ele começa com treino e adaptação.
Às vezes começa escolhendo um percurso mais curto.
E, em algumas situações, pode ser mais gentil deixá-lo em um lugar seguro e conhecido enquanto você viaja.
Não existe medalha de melhor tutor para quem leva o cachorro para mais lugares.
O que importa é ele estar bem.
Checklist antes de colocar as patinhas na estrada
Antes de sair, confira:
cachorro adaptado ao carro;
sistema de retenção adequado e bem instalado;
documentação;
identificação;
água;
guia acessível;
alimentação e medicamentos;
previsão de paradas;
temperatura do veículo;
rota;
regras do destino;
hospedagem pet friendly confirmada;
contato veterinário;
e, principalmente, se o cachorro está bem naquele dia.
Tudo certo?
Agora sim.
Viajar com cachorro exige planejamento. Mas vale muito a pena.
Depois de tantos anos viajando com meus cães, continuo achando uma delícia colocar as malas no carro, organizar todo mundo e pegar estrada sabendo que vamos descobrir algum lugar novo juntos.
Dá mais trabalho?
Claro que dá.
Tem parada extra. Tem pote de água. Tem pelo. Tem planejamento. Às vezes tem vômito. Às vezes alguém pisa exatamente na única poça de lama disponível no posto e entra no carro imediatamente depois.
Faz parte. 😂
Com adaptação, segurança e um pouco de organização, a viagem de carro pode deixar de ser simplesmente o caminho até o destino e também virar parte da AUventura.
E quando chegar a hora de escolher onde vocês vão dormir, não faça reserva só porque apareceu um selinho com uma patinha.
Leia também nosso guia completo sobre como escolher uma hospedagem pet friendly para viajar com seu cachorro.
Então, revisa o cinto, confere a água, coloca uma música boa e…
bora botar o pé e as patinhas na estrada! 🚗🐶💚
Este artigo foi publicado originalmente em 7 de fevereiro de 2020 e revisado integralmente em setembro de 2026, com atualização das informações sobre segurança, legislação, saúde e planejamento de viagens de carro com cães.
Clique aqui para ver nossas programação e planejar as próximas auventuras com seu cachorro.



Comentários